Carta
Itabuna, 03 de
setembro de 2015
Prezado
aluno
Parabéns por ter conseguido ingressar na Universidade Federal do Sul da Bahia. Agora
irei apresentar minha impressão acerca deste componente de
experiência do sensível.
Por um
bom tempo esse componente serviu de assuntos para muitos rodinhas de conversas de
alunos, suas principais indagações era: para que serviria tal componente? alegavam que não influenciava e acrescentava em nada, então seria um componente
desnecessário?Ao decorrer do tempo, meu juízo de valor e o dos meus colegas
mudaram, percebemos o fundamento deste componente, que foi vítima de muito
preconceito por parte do corpo discente.
Nesse
mundo estressante e agitado que vivemos, perdemos a sensibilidade que
é necessária para observar o meio a nossa volta, pensamos apenas em
alcançar nossos objetivos, mesmo que de uma maneira inocente e não proposital
passamos por cima do interesse do outro e do ambiente que nos cerca, sem
observar o que tal ação poderá ocasionar. Como exemplo, citarei a falta de água
que está acontecendo na região sudeste, onde o consumo excessivo dos nossos
meios hídricos ocasionou a seca no sistema Cantareira que se encontra ao norte
do estado de São Paulo.
Esse componente tem como ênfase observar a
natureza, o ambiente que nos rodeia, coisas simples que é passada despercebidas
pela captação do cérebro e não é referida devido valor. Aprendemos
contemplar a natureza, e dá a devida importância para coisas “simples”, como vento, terra, sombra e água. Fazendo um retrocesso e uma reformulação
do nosso “poder empírico”, ou seja, dos nossos sentidos e experiências que
depois é concebido um caráter mais sensível, onde vai tratar a representação do
tema em nossas vidas.
Espero ter ajudado e esclarecido alguma dúvida
em relação a este componente. E desejo que você alcance todas as suas metas,
boa sorte e ótimos estudos!
Atenciosamente, Joseane soares.
aprenderlemadavida.blogspot.com







